Não quero uma vida pequena um amor pequeno, uma alegria que caiba dentro da bolsa. Eu quero mais que isso. Quero o que não vejo. Quero o que não entendo. Quero muito e quero sem fim. Não cresci pra viver mais ou menos, nasci com dois pares de asas, vou aonde eu me levar. Por isso, não me venha com superfícies, nada raso me satisfaz. F.M. |
Porque o sentido que vemos nas coisas grita dentro de nós, ecoa em nosso pensamento, mas muitas vezes se cala diante dos outros. Dayane Muhammad
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Porque esse talvez seja o único remédio quando ameaça doer demais: invente uma boa abobrinha e ria, feito louco, feito idiota, ria até que o que parece trágico perca o sentido e fique tão ridículo que só sobra mesmo a vontade de dar uma boa gargalhada.
C.F.A.
Ivaaaa, essa tá aqui tu sabe pq neh! ahahahha amo! Pra ti amora!
Ivaaaa, essa tá aqui tu sabe pq neh! ahahahha amo! Pra ti amora!
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Eu sei
E se eu te disser que não, não acredito que você tenha me esquecido, que não acredito que não queira ficar comigo, que não acredito e ponto final. Simples. Bem assim mesmo, e digo com toda certeza do mundo. Convicta de cada palavra dita.
Que sei que cada uma daquelas que você pegou por aí, por motivos incontáveis e que não vem ao caso agora, que nenhuma delas significou nada pra ti. Beijos de uma noite, carinho descartável e superficial, papos pouco aproveitáveis, quando havia, e que com nenhuma tu criou laços, que nenhuma fez teu coração bater mais forte.
Que nas festas quando eu não me fazia presente, faltava alguma coisa. Mulheres lindas por todo o lado, luxúria, curtição, mas nada disso fazia tanto sentido quanto se eu estivesse presente, mesmo que só dançando contigo, sim, tu sabe o quanto eu gostava de dançar contigo.
Que às vezes que tu me procurava com o olhar, e eu via e fingia não perceber isso, no fundo morria de felicidade por dentro. Tu ficava contente só de saber que eu estava por perto, e tinha sim medo de me perder pra outra pessoa, tamanha a quantidade de vezes que te vi bravo olhando eu conversar com alguém. Sim, pra ti todos eram teus rivais.
E eu não acredito que não fique feliz quando me vê, pois não sabe nem ao menos disfarçar isso. Quando falo contigo, quando sabes que eu me preocupo, quando te mando mensagem e sim, quero sempre saber se tu tá bem. Me interesso pela tua vida, me divirto demais contigo, quero te cuidar e jamais quero teu mal. Admito, ainda tenho medo disso tudo. E, sei com toda certeza do mundo, que tudo isso não existe só aqui.
D.M.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Não foi à toa que Adélia Prado disse que "erótica é a alma". Enganam-se aqueles que pensam que erótico é o corpo. O corpo só é erótico pelos mundos que andam nele. A erótica não caminha segundo as direções da carne. Ela vive nos interstícios das palavras. Não existe amor que resista a um corpo vazio de fantasias. Um corpo vazio de fantasias é um instrumento mudo, do qual não sai melodia alguma. Por isso, Nietzsche disse que só existe uma pergunta a ser feita quando se pretende casar: "continuarei a ter prazer em conversar com esta pessoa daqui a 30 anos?"
Rubem Alves
sábado, 22 de janeiro de 2011
O que ficou por dizer
Então te direi que sim, que sei tudo que sentes só pelo teu jeito de olhar pra mim. Presunção? Pode até ser, mas que é real, é fato e não podes negar. Direi que te conheço só pela maneira que falas comigo, pela simples escrita da palavra beijo numa mensagem ou em algum lugar qualquer, traduzido como simples educação e por vezes como desejo de me ter ainda e mais.
Loucura? Posso te provar que não. Aliás, te conheço tão bem que sei como vai agir a cada frase que te dirijo, conheço teus trejeitos, sei quando fica bravo com alguma coisa e então disfarça com risos, ah como eu gosto de te conhecer assim! E aquele que me parece complicado já não é tanto, te descubro, te decifro e te entendo, e como.
E, por conseguinte me atrevo a dizer mais! Sei que sentes vontade de falar comigo e não fala, sei que meu status online no msn te perturba e que pensas e repensas em vir falar, mas não vem. Abre a janela, olha minha foto, ensaia um oi, pensa melhor e se vai. Sei que é assim. Óbvio demais, previsível demais. Espera que eu vá, e eu às vezes vou, mas sabe, cansa. Me cansa essa ciranda de ir e vir sem trégua, onde sei tudo que sinto e sentes e sabes também, cansei, aguardo tua entrega.
O que ficou por ouvir
Então me dirás que atrevida sou eu por pensar que posso te conhecer tão bem, sendo que conheço há tão pouco, e que estou errada, que sou louca, que nada do que falo tem sentido nenhum.
Que como te traduziria por uma simples palavra? Que isso não existe! Que são acasos e uma coisa não tem nada haver com outra. Que não fica bravo por pouca coisa. E diria mais, que se quisesses falar comigo viria sim, mesmo que saibas que não.
Me diria tudo isso e eu ouviria quieta sim, mas no fundo tu pensarias: ela sabe, sabe de tudo.
D.M.
P.S escrito em out/2010.
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